Renascimento, Barroco e arte colonial brasileira já organizados em plano de aula para o Fundamental II. Você fecha o notebook na sexta e recebe o sábado e o domingo de volta.
Arte Bizantina, Arte Gótica e o Renascimento: Humanismo, perspectiva, sfumato, pintura, escultura e arquitetura que romperam com a Idade Média.
A ruptura do Maneirismo, o dramatismo do Barroco Europeu, o Rococó da aristocracia e a Música Renascentista e Barroca, com polifonia, ópera e música sacra.
A arte colonial de Aleijadinho e Mestre Ataíde, o Teatro Medieval e a Commedia dell'arte, ligando a Europa às primeiras manifestações cênicas do Brasil.
Músicas e danças indígenas e afro-brasileiras, o teatro popular brasileiro (Bumba Meu Boi, Mamulengo, Pastoril, Chegança) e a arte brasileira contemporânea.
Prints reais de conversas e comentários de professoras que aplicaram o material nas próprias aulas.







O método usado no Trajetórias da Arte é o mesmo que a professora Amanda aplica em sala. Estes são trechos de respostas escritas à mão pelos próprios alunos sobre o impacto das aulas.
Aprendi o que era barroco e rococó por causa das explicações antes das provas, e hoje consigo estudar com mais facilidade.
Consigo aprender a matéria graças à explicação, aos mapas mentais e às dúvidas tiradas com a professora. Me sinto engajado porque participo bastante.
Consigo entender os conteúdos com mais facilidade por causa dos slides e dos mapas mentais nas aulas.
O mais útil que aprendi foi a mistura das tintas, eu não sabia que dava pra fazer tons pastéis com aquelas cores.
Entendo os conteúdos por causa das explicações e das atividades práticas, elas são claras e fáceis de entender.
As explicações me ajudam a saber como vou ser avaliada. Consigo explicar pra minha prima o que aprendi, e isso me ajuda a entender ainda mais.
Entendo e tiro nota boa porque presto atenção nas explicações da professora, e as atividades são bem fáceis de fazer.
A professora faz resumos e vídeo aula que me ajudam a entender melhor. Me sinto engajada nas aulas e consigo explicar o conteúdo com facilidade.
A professora explica de forma clara, e isso faz com que eu e a maioria da turma entenda o conteúdo dado.
Entendo os conteúdos por causa das explicações e atividades, que são claras porque têm textos, resumos e slides de apoio.
Você terá 7 dias de garantia para acessar o material e analisar toda a estrutura.
Se perceber que ele não atende sua necessidade, poderá solicitar o reembolso dentro do prazo, sem burocracia.
Prazer, eu sou Amanda Gomes, professora de Arte e apaixonada por transformar a forma como a História da Arte é ensinada na sala de aula.
Há mais de 13 anos, atuo na educação, e desenvolvi para o meu uso materiais e metodologias que tornam as aulas mais organizadas, criativas e significativas.
Sou formada em Artes e Música, com pós-graduação em Metodologia do Ensino de História e Arte, e dedico minha carreira ao fazer artístico na sala de aula onde gosto de unir teoria e prática no dia a dia com os alunos.
Ao longo desses anos, percebi um problema recorrente: muitos professores de Arte precisam gastar horas pesquisando conteúdos, adaptando atividades e montando aulas do zero. Foi dessa realidade que nasceu o Trajetórias da Arte e hoje está disponível para você.
Sim. A estrutura segue a BNCC, a base curricular usada nas redes pública, municipal e particular, e pode ser adaptada ao cronograma específico de cada escola.
As competências e habilidades da BNCC já estão mapeadas em cada módulo, então a adaptação fica só por conta do calendário específico da sua escola.
Não. Cada módulo já traz a contextualização e a linguagem necessária para o professor conduzir a aula, mesmo em linguagens artísticas fora da sua formação original.
Ele adapta as atividades já existentes no material para alunos com necessidades específicas, sem exigir que o professor recrie a atividade do zero.
Não. Cada tema já vem com a contextualização histórica pronta, então você não precisa pesquisar quem foi Aleijadinho ou o que foi o Maneirismo antes de dar a aula.
Sim. O Trajetórias da Arte não é uma coleção de arquivos soltos: cada tema tem contextualização histórica, análise de obra, atividade prática e avaliação já estruturados, prontos para abrir e usar em sala.
As duas. O guia liga o Renascimento e o Barroco europeu direto à arte colonial brasileira, às culturas indígenas e afro-brasileiras e à produção contemporânea, numa linha do tempo só.